Comunicação inclusiva

Temos que assimilar a idéia de que acessibilidade não é mudança arquitetônica para acesso fácil em ruas e estradas, é mais que isso é também uma área da comunicação que atinja as pessoas com dificuldades de audição, visão e acesso.

Para que a comunicação inclusiva seja eficiente, a mídia precisa ser pensada para também incluir 24 milhões de pessoas com “deficiência” mundo afora. Precisamos de audiodescrição, de legendas, de línguas de sinais, de Libras.

Quando você produz informação, seja ela de qualquer nível, no telejornal, no marketing, ou mesmo em uma sala de aula, essa informação ela tem que ser pensada em um formato que englobe todo o mundo. Se você faz vídeos, esses vídeos tem que ter recursos de acessibilidade, a comunicação é um direito do cidadão. Precisamos entender, por ex3emplo, que os surdos muitas vezes não leem com facilidade a língua portuguesa, necessitando apoio em vídeo de tradução em libras.

Hoje a mídia brasileira é feita para quem enxerga, para quem ouve e para quem anda. Nosso desejo aqui é de auxiliarmos a fim de que exista uma mídia para todos, isso está própria constituição, é um direito de TODOS!