Direitos e Humanos

 

PROJETO SITE E APP

DIREITOS E HUMANOS

 

Objetivo:

O principal objetivo desse projeto é ser um ponto de encontro para diferentes soluções no que tange aos problemas atuais de falta de direitos humanos em nossa sociedade .

Além disso queremos  instruir, localizando as ideias em momentos diferentes da história a fim de percebermos o que há de novo, quais as forças atuais de comunicação e de ativismo, pensarmos juntos a fim de chegarmos no tipo eficaz de enfrentamento, de luta, de proteção,  exigido atualmente para a solução dos mais diversos problemas.

Enfocaremos todo Brasil e países americanos (América do Sul e América do Norte – incluindo Centro América), com uma atenção principal à região Fluminense, o interior do Estado do Rio de Janeiro, mas como a atuação é via mídias interativas nosso acesso será bem mais abrangente.
 

 

 

 

Equipe inicial:

Utilizamos uma equipe mínima no começo desta empreitada, com  profissionais multitarefas.

1 diretora/jornalista

1 profissional de design e desenvolvimento de software

1 jornalista com experiência em vídeo para cobrir os eventos de MídiaAtivismo em tempo real.

 

 

 

 

O SITE

 

Seguiremos a Carta Internacional dos Direitos Humanos, feita pelas Nações Unidas,  e que pretende garantir que todos, sem exceção, são livres e iguais desde o nascimento e que seus direitos devem ser respeitados em todos os momentos sempre com um espírito fraterno que deve dar razão e consciência a todos para o comprimento desta.

O termo é uma breve forma de anunciar todos os direitos considerados fundamentais. Se não existissem os Direitos Humanos, seria praticamente impossível a existência, a capacidade de desenvolvimento pessoal e a participação plena de uma pessoa em qualquer âmbito da vida. Os Direitos Humanos visam garantir as condições mínimas que são precisas e necessárias para que os seres humanos sejam e se sintam úteis em meio à sociedade em que vivem.

Viver dignamente, suprir suas necessidades, direito de ir e vir, são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano. Questões como alimentação e saúde, um lar, educação, entre outras coisas são essenciais para a preservação da vida e do ser humano e o que pretendem os Direitos Humanos é dar garantias para que tudo isto seja proporcionado a todos sem distinção.

Os Direitos Humanos garantem a igualdade de valores para todos os indivíduos de todas as culturas. Ninguém, seja que for, não pode valer mais que outro e da mesma forma, ninguém vale menos que outro. Todos, com os Direitos Humanos tem pleno direito de satisfazer todas as suas necessidades básicas.

 

 

 

O APP

É um software WEB, semelhante às páginas de um site, onde além de obter informações o usuário final pode interagir com as informações e realizar soluções junto com os operadores deste, as instituições, pessoas interessadas nos serviços e que podem realizar os mesmos.

Além de todas as informações que temos no site, teremos cadastros que poderão ser mapeados pelos apoiadores e patrocinadores e resultados que serão mostrados através do site e da mídia em geral, com a exposição de  eventos e lugares que são exibidos no app para o usuário.

Além das informações existentes no site teremos uma infinidade de oportunidades de relacionamento com a população que vão desde atendimento ao usuário, até divulgação de notícias, leis, atividades, material institucional dos apoiadores e ações efetivas que resolvam os problemas de falta de direitos, assessorando-os , inclusive, com apoio judicial.

O app é baixado pelo usuário na Apple Store (sistema operacional IOS – Iphone), Google play (sistema operacional Android), Windows Store (sistema operacional Windows Phone). Ele ficará instalado no celular, pois é um software. Quando o usuário faz alguma ação, o aplicativo se conecta no banco de dados usado pelo painel administrativo, para buscar e levar as informações.

 

O CONTEÚDO

 

QUEREMOS SER UM ESPAÇO DE SERVIÇO SOCIAL COM O FIM DE

COMUNICAR, DENUNCIAR, ORIENTAR, RESOLVER E ATUAR COM

OS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL.

 

Assuntos a serem abordados:

O Brasil é a nação com o maior número de homicídios do mundo, mais de 50 mil por ano. Mais da metade das vítimas são jovens entre 15 e 29 anos e, destes, 77% são negros. A Anistia Internacional lançou, em novembro, a campanha “Jovem Negro Vivo” para chamar a atenção da sociedade brasileira para a gravidade do tema e cobrar respostas das autoridades para enfrentá-lo.

Forças de segurança, que atuam com extrema violência. Em cinco anos, mataram pelo menos 11 mil pessoas – mais do que as polícias dos Estados Unidos em três décadas. Policiais foram acusados da maioria das chacinas ocorridas no Brasil, como a do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro (junho de 2013) e a de Belém (novembro de 2014). Parte do problema é vencer a tradição de impunidade, como no importante projeto de lei 4471, de acabar com os “autos de resistência”, que classificam vítimas de homicídios cometidos pela polícia como tendo resistido à autoridade, dificultando investigações.

Os frequentes episódios de violência policial nas operações de segurança e também na repressão aos protestos dos últimos quatro anos reforçaram as mobilizações pela extinção das polícias militares estaduais, como consta da proposta de emenda constitucional 51, em debate no Congresso. A militarização reforça a lógica do policiamento como guerra, em particular contra grupos sociais mais pobres e vulneráveis. Encerrá-la tem sido uma demanda dos movimentos sociais e também de relatores da ONU, tendo sido recomendada ao governo brasileiro por integrantes do Conselho de Direitos Humanos da organização.

Os direitos sexuais e reprodutivos têm impulsionado diversas manifestações e debates no Brasil, com conquistas importantes em anos recentes, como o estabelecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Contudo, ainda ocorrem muitos casos de violência homofóbica, inclusive assassinatos – o Grupo Gay da Bahia estima que aconteçam mais de 200 por ano. Os efeitos desastrosos de tratar o aborto como crime, em vez de tema de saúde pública, são exemplificados por histórias como as de Jandira dos Santos Cruz e Elizângela Barbosa, mulheres que morreram após abortar em clínicas clandestinas no Rio de Janeiro. Seus cadáveres foram escondidos por funcionários dessas instalações. Líderes políticos e religiosos brasileiros com frequência apoiam restrições e violações aos direitos sexuais e reprodutivos, ameaçando retrocesso nessas conquistas ainda frágeis.

A violência doméstica e contra a mulher. Abordamos aqui os casos de violência doméstica, dando visibilidade e apoio unindo-nos com grupos de mulheres já constituídos, como o Violência Doméstica (Grupo paulista). Enfocamos principalmente os casos de estupro.

Povos indígenas, quilombolas e outras populações tradicionais também estão sob constante preocupação no Brasil. Apesar de a Constituição de 1988 proteger seus direitos fundamentais, há grande dificuldade em implementá-los.

Conflitos por recursos naturais – como terra e minérios – com frequência resultam no assassinato de seus ativistas mais destacados, em quadro geral marcado pela impunidade. Também são sérios os impactos das grandes obras de infraestrutura, como usinas hidrelétricas, em particular pela ausência de uma lei que regule o direto à consulta prévia, livre e informada, como previsto nos tratados diplomáticos, como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho. Baia de Guanabara, Rio paraíba, Mata Atlântica, dentre outros.

Indústrias e poluição. Estaremos de olho nas indústrias e no exagero das condutas poluidoras, exploradoras do ser humano e de desrespeito ao consumidor e a sociedade em geral.

Estado Laico Religiosidade Livre

Internet e suas leis – (protegendo nossos direitos de expressão)E por que sua proteção é importante? Porque as pessoas estão utilizando a Internet para participar dos processos culturais da modernidade. Os governos a utilizam para coletar, armazenar e exibir informações, de modo a interagir diretamente com os governados. Entendemos que os governos devem ter um duplo foco: abstendo-se de desconectar os indivíduos e incentivando o crescimento da infraestrutura para a garantia de acesso.

 

Como expressaremos  esse conteúdo:

  • Biblioteca – onde teremos a disposição todos os tipos de livros a respeito de direitos humanos e supressão destes.
  • Cinema e Vídeo – Filmes antigos desde os tempos do cinema mudo (Intolerância) até os últimos documentários que temos acesso, passando pelos filmes da época da guerra, da ditadura e de vários momentos históricos. Em um segundo momento propomos a atuação de escolas da região sul fluminense do Rio de Janeiro em palestras sobre estes filmes.
  • Livros (Ex: James Green , que é historiador de Brasil, considerado um dos maiores brasilianistas nos EUA, escreveu um livro chamado: “Apesar de Vocês, a luta contra a ditadura brasileira nos Estados Unidos”. / A afirmação histórica dos direitos humanos – Fábio Konder Comparato / A Hora dos Direitos Humanos na Educação – Sebastião de Souza – Educação) .
  • Sites – Pretendemos ter o maior banco de dados de sites que trabalham com direitos humanos no mundo todo.
  • Notícias – Além das notícias “frescas” e os furos de reportagem que daremos (com uma equipe de jornalismo competente e jovem) replicaremos notícias dadas pela mídia “oficial” com críticas e levantamento da veracidade destas. Tudo feito com muito respeito pelo jornalista e meios de comunicação e todo aval de advogados.
  • ONGs – Teremos contato com todas as ONGs ligadas à proteção da pessoa e direitos humanos
  • Aulas Públicas e Palestras – Com personalidades da áreas de direito, comunicação, relações Humanas, diplomacia, educação, dentre outras.
  • Reforço Escolar – procuraremos auxiliar crianças e adolescentes em suas tarefas escolares em temas ligados aos direitos humanos com matérias e resumo de livros que abordem assuntos variados e estejam nos temas : história, geografia, direito, dentre outros.
  • Detalhamento das atividades da  Comissão Nacional da Verdade  e das diversas Comissões Estaduais ou locais no Brasil e Argentina.
  • Questionamentos – debates ao Vivo.
  • MídiaAtivismo em tempo real – uma equipe de estudantes da região Sul Fluminense estará cobrindo todos ops eventos e manifestações da região e teremos representantes no Rio e em São Paulo, aproveitando nossa locvalizando e cobrindo os movimentos do Vale do Paraíba.
  • Fórum de Denúncias: Nossa página estará aberta para denúncias sobre supressão dos direitos do ser humano, desde ações de Forças de segurança, que atuam com extrema violência a situações de desmandos ambientais, maltrato â crianças, feminicidio, desrespeito a pessoa, agressões, direitos dos mais velhos e da infância e adolescência, direitos das minorias.
  • Medalha de Direitos Humanos Dom Waldyr Calheiros de Novaes (teremos eventos anuais com a medalha sendo oferecida para pessoas que fizeram pelos direitos humanos no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil).

 

Apoiadores em potencial:

Empresas envolvidas com causas sociais.

ONGs e Associações de Direitos Humanos

Instituições Nacionais e Internacionais avalizadas de Direitos Humanos, tais como:

ALERJ

UNICEF

ONU

ONU MULHERES

Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH)

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR)

Coletivo Nacional de Juventude Negra – ENEGRECER

Conselho Indigenista Missionário – CIMI

Conselho Nacional de Procuradores–Gerais do Ministério Público dos Estados e da União – CNPG

Defensoria Pública da União – DPU

Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – FBASD

Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH

Movimento Nacional de População de Rua – MNPR

Ordem dos Advogados do Brasil – OAB

Plataforma de Direitos Humanos – DHESCA Brasil

 

 

 

O PROJETO É REALIZAÇÃO DA ONG MIRA

(MOVIMENTO INTERNACIONAL DE RESPONSABILIDADE E AÇÃO).